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Saúde

Secretário de Estado da Saúde, Inaugura em Campo Belo Unidade Básica de Saúde

A Unidade atenderá as populações dos Bairros Cidade Montesa e Feira que ainda não tinham um prédio próprio, agora com o investimento do Governo do Estado, mais conforto será dado à população, uma obra realmente grande, um Mini - Hospital, conforme foi apelidado pelo assessor de governo Marco Túlio Miguel. A solenidade contou com a participação de visitantes ilustres como o Sr Gefersom de Almeida , Diretor da GRS de Divinópolis, o Secretário de Saúde do Estado de Minas Gerais DR Antônio Jorge, o Assessor do ex Secretário da Saúde e atual Deputado Federal DR Marcus Pestana, Sr José Maurício. Uma tarde Comemorativa, onde além das inaugurações tivemos anúncios importantes, como o compromisso assumido pelo Secretário com o Município e com a Santa Casa, a verba liberada para a contrução do UTI Neo Natal, no valor de R$ 1.500,000,00 e ainda a verba de mais R$ 500.000,00 para equipar a ampliação do atual CTI adulto. A comitiva passou também pela Vila Vicentina, onde a nova enfermaria foi inaugurada e depois almoçou com o assessor Marco Túlio Miguel e convidados no Campo Belo Cowntry Clube.

Saúde; Região Sudeste Receberá 14 milhões de Doses de Vacina Contra a Gripe

Gestantes, crianças menores de dois anos e trabalhadores de saúde serão vacinados a partir deste ano, além de idosos e indígenas. Meta é imunizar 80% do público-alvo...Continue!!!

Hemodiálise, Credenciamento garantido!!

Campo Belo e Região, podem se sentir aliviados, o credenciamento da Clínica de Hemodiálise finalmente saiu e o servíço já está funcionando, e a expectativa é que o número de pacientes aumente nos próximos dias...Continue!!!

 

Alta de padrão coloca em xeque pão integral

Ministério Público abre inquérito para averiguar porcentual de grãos nos produtos

Os pães integrais roubaram a maior parte do espaço do tradicional pão branco nas prateleiras dos supermercados, recheadas de embalagens com carimbos como "100% integral" ou "com farinha integral". No entanto, no Brasil não há legislação que garanta que pães, bolos, biscoitos e outros desses produtos contenham porcentuais expressivos de grãos integrais que realmente possam fazer diferença para a saúde.Diante da ausência de parâmetros para o setor, o Ministério Público abriu i nquérito para investigar os porcentuais de ingredientes integrais nos pães industrializados. Quer um acordo com as empresas para que divulguem, no mínimo, a quantidade de grãos integrais adicionada ao produto."Até 2005, o governo permitia que pães levassem a marca de integrais, mesmo que tivessem só uma pequena quantidade de farelo. A resolução foi revogada e hoje não há norma, mas as empresas mantiveram os produtos com as mesmas mensagens", afirma o promotor Pedro Rubim Borges Fortes, da Promotoria de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio de Janeiro. Nos EUA, por exemplo, o produto precisa ter pelo menos 51% de grãos integrais para poder se autodenominar integral. Além disso, consumidores ficam confusos com selos como "multigrãos" ou "sete grãos" - um pão pode ser feito com um mix de grãos composto de cereais processados. Outra informação que confunde é a de que o produto é "rico em fibras" - mas fibras podem ser adicionadas artificialmente a uma massa de farinha branca.A promotoria iniciou a investigação após receber denúncias de consumidores. Caso não haja acordo, empresas serão processadas por propaganda enganosa - infração prevista no Código de Defesa do Consumidor - e estarão sujeitas a multa, caso a Justiça acolha a ação da promotoria.No País, dados da consultoria Nielsen apontam que, em 2009, a categoria pães integrais abocanhava 5,3% do mercado e havia crescido 10,2% em número de unidades vendidas - acima dos 8,4% registrados por toda a categoria de pães e bolos. Tendência que segue a do mercado norte-americano, onde o pão de trigo integral cresce mais que uma popular marca de pão branco.As avaliações das fórmulas dos integrais são raras. Mas pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina e da Faculdade de Ciências da Alimentação da Universidade de Manitoba (Canadá) apontaram, em estudo publicado em 2006, que pães de centeio integrais vendidos no Brasil continham em média apenas 15,5% de ingredientes integrais. "O teor relativamente baixo de componentes integrais mostra a necessidade de regulamentação quanto ao teor mínimo desses ingredientes em alimentos rotulados como integrais", afirma o estudo. O trabalho conclui que no Brasil, em razão de lacunas legais, "os benefícios oriundos do consumo desses alimentos integrais são questionáveis". "Essa situação é muito triste. Outros países adotaram uma regulamentação", afirma a cientista de alimentos Alicia de Francisco, professora da UFSC e uma das autoras do trabalho.Recomendação. A Organização Mundial da Saúde recomendou o aumento do consumo de cereais integrais como parte da estratégia de redução de mortes por problemas cardiovasculares, câncer e diabetes. O Guia Alimentar da População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda o consumo diário de cereais integrais, além de frutas, legumes e verduras. Eles devem fornecer mais da metade do total de energia diária da alimentação. Segundo o ministério, a preferência pelo integral é justificada "pelo fato de vitaminas, minerais, ácidos graxos essenciais e fibras serem preservados". Nos produtos refinados, a maior parte das substâncias é perdida. "Escolho pelo paladar. O pão integral é mais leve e saudável que o branco", diz a pedagoga Carolina Gomes, de 27 anos. "Não sabia que não há parâmetros. Seria bom se a informação fosse clara." "São muito melhores que o branco, têm fibras, não engordam", acredita a professora Regina (não quis dar o sobrenome), de 66 anos. O ideal é checar os ingredientes no verso e verificar se há integrais. E desconfiar de pães integrais fofinhos, pois os integrais reais em geral são duros, finos - e caros.A escolha é difícil, mostram exemplos colhidos aleatoriamente pela reportagem. A Panco diz, na lista de ingredientes do seu Pão Light de Soja - que leva o selo "com farinha integral" -, que o produto tem 13% dessa farinha. A Wickbold não traz os porcentuais no pão Quadradinho, também autodenominado integral; mesmo caso do pão Pullman integral, da Bimbo. Por outro lado, o pão integral da Wickbold importado da Alemanha, mais caro, informa ter mais de 60% de centeio integral. A Nestlé estampa a expressão "feito com cereal integral" no biscoito Leite e Mel, mas sem os porcentuais. Também não informam o porcentual os biscoitos Trakinas, da Kraft, que se autointitulam "o primeiro biscoito recheado com farinha integral" e cuja propaganda chamava atenção para o suposto benefício.

 

 

Farmácia Popular começa a oferecer remédio contra gripe H1N1
As unidades próprias do programa passam a disponibilizar o fosfato de oseltamivir. Medicamento será gratuito para pacientes com receita médica Confira aqui entrevista sobre o assunto na Web Rádio Saúde, com o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento O fosfato de oseltamivir, remédio usado no tratamento da gripe H1N1, começa a ser oferecido gratuitamente nesta quinta-feira (15) pelo Programa Farmácia Popular, do Ministério da Saúde. Todas as 530 unidades próprias espalhadas pelo Brasil estão abastecidas com o oseltamivir e prontas para atender à procura de pacientes com sintomas de gripe. No total, serão dois milhões de tratamentos disponíveis à população. O medicamento engrossa a lista de 107 itens oferecidos no Farmácia Popular, que conta com analgésicos, anti-hipertensivos e preservativos. Para retirar o oseltamivir, o cidadão deve apresentar a identidade e a prescrição do medicamento emitida por médico da rede pública ou privada. A receita tem validade de cinco dias e ficará retida na unidade do Farmácia Popular. “A receita é fundamental para evitar a automedicação, a corrida às farmácias e a venda de forma indiscriminada”, justifica o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.
Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi responsável pela produção do medicamento, a partir do princípio ativo que o Ministério da Saúde tinha em estoque. A entrega do oseltamivir para a rede do Farmácia Popular também ficará sob responsabilidade de Farmanguinhos. O laboratório enviará ao Ministério relatórios quinzenais sobre a demanda em cada uma das unidades próprias. A intenção é monitorar a procura pelo remédio e controlar a distribuição dos tratamentos, de acordo com as necessidades locais. “Não vai faltar remédio para a população. O Farmácia Popular é só mais uma das portas de acesso ao medicamento contra a nova gripe”, ressalta José Miguel Nascimento Júnior. O oseltmivir também pode ser encontrado em postos e hospitais definidos pelas Secretarias de Saúde dos 26 estados e do Distrito Federal. Para 2010, o Ministério da Saúde tem estoque de 21,9 milhões de tratamentos adultos e pediátricos.
INDICAÇÃO ESPECÍFICA – O medicamento não é indicado para todo e qualquer caso de pessoa com sintoma de gripe. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, o oseltamivir deve ser utilizado em pacientes com quadro de doença respiratória grave, cujo início dos sintomas tenha ocorrido no período de 48 horas. O antiviral, segundo avaliação médica, também está indicado para tratamento de pacientes com sintomas de gripe que sejam portadores de fatores de risco, como doença crônica e gravidez. Porém, segundo a orientação do fabricante, o laboratório Roche, o medicamento deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto. O Ministério da Saúde alerta que as indicações de uso do medicamento se baseiam na bula do medicamento, conforme seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nas recomendações da Organização Mundial da Saúde e em estudos científicos. Prescrição e dispensação do medicamento fora das recomendações do Ministério ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local.
FARMÁCIA POPULAR – Criado em 2004, o Programa Farmácia Popular visa a ampliar o acesso da população a medicamentos essenciais. Os produtos são subsidiados pelo governo federal, que chega a arcar com 90% do valor. Atualmente, a rede alcança 410 municípios das 27 unidades da federação. Por mês, mais de 950 mil pessoas utilizam o serviço.
Outras informações
(61) 3315 3580 e 3315 2351
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Pré-natal

O número de consultas pré-natal realizadas durante a gravidez é crescente ano a ano. Se em 2003, foram realizadas 8,6 milhões de consultas durante o pré-natal, em 2009, foram 19,4 milhões. O aumento foi de 125% nesse período, crescimento que pode ser atribuído principalmente a ampliação do acesso ao pré-natal pelas mulheres.
O pré-natal é importante pois auxilia na prevenção de doenças no bebê e na mãe durante a gestação; tais como a diabetes gestacional e a hipertensão, que podem levar a complicações durante o parto. Durante as consultas pré-natal as mães são encaminhadas para os exames necessários (exames de sangue, de urina e para verificar a existência de doenças como hepatite B, toxoplasmose, sífilis, HIV e outros) e podem tirar suas dúvidas. Todas informações sobre o pré-natal e exames devem ser anotadas no Cartão da Gestante. Esse também é o momento de conversar com os profissionais de saúde e perguntar como será a assistência ao parto: onde ocorrerá e quem estará presente. A mãe deve saber se é possível conhecer o local e as pessoas antes da data provável do parto.
São direitos da gestante e parturiente estabelecidos por lei: a presença de um acompanhante de sua escolha no trabalho de parto, parto e pós-parto (Lei nº 11.108, de 2005) e a garantia de conhecimento e vinculação à maternidade onde receberá assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde (Lei n°11634, de 2007).
Quando chegar à maternidade em trabalho de parto (ou no caso de problemas durante a gestação) a gestante poderá dizer aos profissionais como gostaria de ser tratada, perguntar quem a atenderá, apresentar seu acompanhante de preferência e fazer as solicitações que desejar.
Consultas pré-natal no SUS - Evolução Ano Quantidade de consultas
2003 8,6 milhões
2004 8,2 milhões
2005 8,8 milhões
2006 9,1 milhões
2007 10,2 milhões
2008 18,1 milhões
2009 19,4 milhões

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Câncer de Mama

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.
Estimativa de novos casos: 49.240 (2010)
Número de mortes: 11.860, sendo 11.735 mulheres e 125 homens (2008)
Atenção: As informações neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.
Para saber mais:
Prevenção
Sintomas
Detecção Precoce
Leia
Folheto Câncer de Mama (pdf)
Conheça o Hospital do Câncer III - Orientações para os pacientes Profissional de Saúde
Recomendações do Instituto Nacional de Câncer
Detecção Precoce, Diagnóstico, Literatura.

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Saúde Mental Política Nacional de Saúde Mental


A internação de pessoas portadoras de transtornos mentais no Brasil remonta à metade do Século XIX. Desde então, atenção aos portadores de transtornos mentais foi sinônimo de internação em hospitais psiquiátricos especializados. A oferta desse atendimento hospitalar concentrou-se nos centros de maior desenvolvimento econômico do país e deixou vastas regiões carentes de qualquer recurso de assistência em saúde mental. A partir dos anos 70, iniciam-se experiências de transformação da assistência, pautadas no começo pela reforma intramuros das instituições psiquiátricas (comunidades terapêuticas) e mais tarde pela proposição de um modelo centrado na comunidade e substitutivo ao modelo do hospital especializado. Com a proclamação da Constituição, em 1988, cria-se o Sistema Único de Saúde (SUS) e são estabelecidas as condições institucionais para a implantação de novas políticas de saúde, entre as quais a de saúde mental.Consoante com diversas experiências de reforma da assistência psiquiátrica no mundo ocidental e as recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) contidas na Carta de Caracas (1990), o Ministério da Saúde, a partir da década de 90, define uma nova política de saúde mental que redireciona paulatinamente os recursos da assistência psiquiátrica para um modelo substitutivo, baseado em serviços de base comunitária. Isto é, que oferecem cuidados na comunidade e em articulação com os recursos que a comunidade oferece. Incentiva-se a criação de serviços em saúde mental públicos e territorializados (território é a designação não apenas de uma área geográfica, mas das pessoas, das instituições, das redes e dos cenários nos quais se dão a vida comunitária), ao mesmo tempo em que se determina a implantação de critérios mínimos de adequação e humanização do parque hospitalar especializado.
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Saúde do Homem

A política tem um plano dividido em nove eixos de ação a serem executados até 2011 e prevê o aumento de até 570% no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata. Por meio dessa iniciativa, o governo federal quer que, pelo menos, 2,5 milhões de homens na faixa etária de 20 a 59 anos procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência oferecida a essa população, a meta é promover uma mudança cultural. A nova política coloca o Brasil na vanguarda das ações voltadas para a saúde do homem. O país é o primeiro da América Latina e o segundo do continente americano a implementar uma política nacional de atenção integral à saúde do Homem. O primeiro foi o Canadá. A política está inserida no contexto do Programa “Mais Saúde: Direito de Todos”, lançado em 2007 pelo Ministério da Saúde para promover um novo padrão de desenvolvimento focado no crescimento, bem-estar e melhoria das condições de vida do cidadão brasileiro. VARIÁVEIS CULTURAIS – As ações da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem buscam romper os obstáculos que impedem os homens de frequentar os consultórios médicos. Entre os seus subsídios está uma pesquisa feita com sociedades médicas brasileiras e conselhos de saúde. Divulgado em 2008, o levantamento ouviu cerca de 250 especialistas e mostrou que a população masculina não procura o médico por conta de barreiras culturais, entre outras. Na maioria das vezes, os homens recorrem aos serviços de saúde apenas quando a doença está mais avançada. Assim, em vez de serem atendidos no posto de saúde, perto de sua casa, eles precisam procurar um especialista, o que gera maior custo para o SUS e, sobretudo, sofrimento físico e emocional do paciente e de sua família. A não-adesão às medidas de saúde integral por parte dos homens leva ao aumento da incidência de doenças e de mortalidade. Números do Ministério da Saúde mostram que, do total de mortes na faixa etária de 20 a 59 anos – população alvo da nova política -, 68% foram de homens. Ou seja, a cada três adultos que morrem no Brasil, dois são homens, aproximadamente. Os últimos dados de óbitos consideram o ano de 2005. Além disso, números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, embora a expectativa de vida dos homens tenha aumentado de 63,20 para 68,92 anos de 1991 para 2007, ela ainda se mantém 7,6 anos abaixo da média das mulheres.Confira aqui a íntegra do documento da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde do Homem

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